
A voz de CG é minha voz neste momento (de novo) para falar de educação
* Caramurú
Publiquei abaixo o texto "Proposta Indecente", escrito pelo blogueiro João Paulo, para inspirar a discussão sobre a medida do Governo do Estado em restringir em, no mínimo, 40 o número de alunos por classe no ensino médio.
Na postagem João Paulo descreve um projeto de lei de autoria do senador Cristovam Buarque (PDT/DF) que exige as matrículas do filho ou da filha dos/as políticos/as no ensino público. Confesso está muito tranquilo com minhas duas pequenas estudando na Escola Municipal Professora Ieda Medeiros Dantas Saldanha, cujo desempenho nos últimos 2 anos tem recebido louvores de todos os pais e mães.
Entretanto, me sinto acuado com a filha adolescente que aos 14 anos começará no primeiro ano do ensino médio na Escola Estadual Professor Adrião Melo, local aonde seu pai e sua mãe estudaram nos anos 80 sob a batuta da magistral professora Maria Cabral de Albuquerque. A preopucação é entre a medida de tirá-la de lá ou mantê-la numa sala de aula que terá 50 alunos/as e ainda não estão definidos se aparecerão professores para lecionarem química, física e matemática.
Certamente guardava para 2011 uma expectativa diferente. Tinha em mente algumas mudanças para melhor. No entanto, analisando pela situação conhecida do Adrião Melo me vejo sufocado a descumprir o projeto em tramitação ou, pelo menos, mudar de cidade para buscar uma sala mais propícia e um lugar aonde tenha a grade de professores completa.
* Caramurú
Publiquei abaixo o texto "Proposta Indecente", escrito pelo blogueiro João Paulo, para inspirar a discussão sobre a medida do Governo do Estado em restringir em, no mínimo, 40 o número de alunos por classe no ensino médio.
Na postagem João Paulo descreve um projeto de lei de autoria do senador Cristovam Buarque (PDT/DF) que exige as matrículas do filho ou da filha dos/as políticos/as no ensino público. Confesso está muito tranquilo com minhas duas pequenas estudando na Escola Municipal Professora Ieda Medeiros Dantas Saldanha, cujo desempenho nos últimos 2 anos tem recebido louvores de todos os pais e mães.
Entretanto, me sinto acuado com a filha adolescente que aos 14 anos começará no primeiro ano do ensino médio na Escola Estadual Professor Adrião Melo, local aonde seu pai e sua mãe estudaram nos anos 80 sob a batuta da magistral professora Maria Cabral de Albuquerque. A preopucação é entre a medida de tirá-la de lá ou mantê-la numa sala de aula que terá 50 alunos/as e ainda não estão definidos se aparecerão professores para lecionarem química, física e matemática.
Certamente guardava para 2011 uma expectativa diferente. Tinha em mente algumas mudanças para melhor. No entanto, analisando pela situação conhecida do Adrião Melo me vejo sufocado a descumprir o projeto em tramitação ou, pelo menos, mudar de cidade para buscar uma sala mais propícia e um lugar aonde tenha a grade de professores completa.
Espero que a situação seja superada pela sensibilidade da DIRED Assu ou por decisão da Governadora do Estado, mas o quadro não começa bem.
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